quarta-feira, 23 de março de 2011
I'M BACK!!!
Vem aí o texto do Torneio de Verão e da Segunda Etapa do Estadual do RJ.
Meu laptop novo não ve a hora de escrever.
Ao lado, vídeo novo! A largada da segunda etapa do Estadual de kart do RJ, em Volta Redonda, categoria F4.
Estou largando em sétimo e fecho a primeira volta em 1o. O vídeo completo é muito grande, e vc fica sabendo como esta corrida terminou em breve, com o texto aqui no EU PENSO KART.
Abs a todos!
E até as pistas.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Kart Indoor! Amador ou profissional?
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
250 Milhas do Rio de Janeiro - Kartódromo Internacional de Volta Redonda - 18/12/2010
Na traaave!!! Está foi a frase que Eu e Barberini não queríamos mais ouvir, falar ou pensar. Duas coisas foram constantes no ano de 2010. Todos os organizadores escreveram o nome de nossa equipe errado e tudo que disputávamos, chegávamos em segundo.
Eu penso no kart, Eu sou o kart, Eu penso em kart e vários outros nomes absurdos. Será que é difícil escrever: EU PENSO KART? Bem, nomes a parte, o que se via era o quase na pista.
Adoramos correr endurances, Daniel tem a mesma opinião que a minha. Nos endurances vc elimina muito do fator sorte, pelo fato de ter que andar em vários karts diferentes e também pelo ponto de vista da estratégia.
Nossa saga começou no primeiro endurance de 4t de
Fomos para a Granja Viana! Disputamos o campeonato regular de endurances. 5 horas cada corrida. Estes acompanhado do quase papai Rafael Henning. Figura tranquila, gente fina e excelente piloto, Henning sempre nos deu apoio, além de nos brindar com aulas na pista. Uma primeira etapa para aprender o que realmente é um endurance. Trocas, estratégias e ser constante na pista. Já na segunda etapa, mais um vice-lugar. Na terceira com chances apenas matemáticas, poupamos dinheiro e não participamos.
Ainda na Granja e com a experiência do campeonato de endurances fomos para as 500 milhas. Montamos duas equipes e dividimos em 7 pilotos. Eram eles: André Addison, Felipe Piatigorsky, Guilherme Rocha (GUIGA), Humberto Rubin, ele… Rafael Henning. Além é claro Eu, Hebert Sampaio e o Arqui, Daniel Barberini. Mais da metade da corrida e uma quebra inesperada. Perdemos 1minuto e 5seg e chegamos em segundo lugar no final de 12 horas, 53 seg atrás dos líderes. O que era para ser comemorado, virou frustração. Mais um vice campeonato!
Eu e Barberini também corremos campeonatos individuais. Por um acaso corremos em dois juntos. Kart Riders e Kart GP. Adivinhem! Daniel em segundo lugar no geral no Kart Riders e eu segundo lugar no geral do Kart GP.
Pow Henning, vc precisava me lembra de tudo isso? Tá de sacanagem, né?
Mas 2010 ainda não havia terminado. E eis que surge uma competição organizada por: Poul, The King of the Mountain, Filipe Jorge, o Jotinha e ele, o imbatível, o melhor peso pesado do Brasil, o campeão Brasileiro de 2010, Jotalhão, Tiago Amorim.
Esses três caras, por puro amor ao esporte, resolveram fazer uma “festa” de fim de ano para o kart indoor do
Nos mesmos moldes das 5h da Granja Viana, mas com uma hora mais, o evento só podia ser um sucesso. E falou em Endurance, eu e Barberini estávamos lá. Prontos para mais uma competição. Vice nem pensar. Queríamos e precisávamos colocar a síndrome de lado. Antes que ficasse estigmatizado.
Acorda cedo, pé na Estrada, café no alemão. Ritual básico para ir a VR. Galera já na pista quando chegamos. De longe reconheci o capacete de Rodrigo Faulhaber e seus braços esticados ao volante. Jotalhão organizando os pits, pontos de parada para troca de kart e Jotinha distribuindo autógrafos. Figuraça!!!
Um briefing enrolado antecedeu a prova, muitas perguntas toscas nos davam a impressão do amadorismo. É, eu sei que é kart indoor, kart Amador, tudo igual, mas no meio daquela galera ali, não se esperava tantos bate-bates!
Pro warm-up as equipes tinham o kart sorteado e podiam treinar com ele até o fim e já esperar o início da classificação, ou ficar trocando de kart até achar um bom.
Acha um kart bom? Acha! Quem sentou em um, não levantou mais. Dos 25 karts na pista, não aparecíamos nem na TV com os resultados. Esta exibia os 18 melhores tempos. Trocamos de kart várias vezes e não achamos nada de bom. No final, trocamos uma última vez, mas não conseguimos dar uma
Fui pra classificação desanimado e já pensávamos em mudar a estratégia, mas para a minha surpresa, consegui fazer um classificação melhor do que imaginava e largo em 11o. Largada Le Mans (um barato a parte), e estão valendo 6h de corrida.
Certamente não vou lembrar de todas as trocas, todas as ultrapassagens, de todos os lances, mas algumas coisas são muito claras. Meu kart era um lixo e não sabia
Momento tenso. Plaquinha da SKOL, hora de lever o rolimã pro pit. Arqui preparado, entrego placa e sensor para o Couto. Malhado ágil e rápido
Barberini está rápido, mas rápido que os da frente e tomando 1seg por volta da outra equipe Eu Penso Kart, que contava com Sabra, Ricardo Mascarenhas, o Filé e José Gabizo, o Risole! Gabizo estava em um foguete de 58s. Apelido dado aos canhas naquele momento na pista. Só ele virava na casa de 58. Absurdo. Uma usina
Estamos perto de fazer nossa segunda troca. E mais um momento tenso. Bandeira vermelha.
A direção de prova, resolve diminuir para 9 o número de paradas obrigatórias e os tempos de quem estava na pista (um piloto só podia ficar no máximo 40minutos por stint) é zerado. Perguntei a todos os organizadores e ao director de provas várias vezes. Naquele momento toda a estratégia mudava. Deixo Arqui na pista até a gasolina acabar e quando entro, estamos em primeiro lugar.
As trocas vão acontecendo, e nos comunicávamos apenas pelo notepad do meu laptop. Precisávamos e confiávamos um no outro. Só assim iria funcionar. Os sinais para a pista e da pista eram muito poucos. E sempre um acreditando no outro.
O maçarico ligado de top-down, escaldava os miolos dentro do capacete. O sol me lembrava o nordeste em Janeiro, passando mais perto da cabeça, na altura da linha do equador. Mas com aproximadamente metade da corrida, ou seja 3h, o tempo começou a virar, e uma tempestade daquelas de verão se formava no horizonte.
Barberini é um pato na chuva, mas eu não guardo boas recordações do piso molhado. Sinto as primeiras gotas na viseira, mas nada que pudesse estragar a corrida ainda. Arqui entra para mais um stint e nada de chuva. Mais 40 minutos e estou eu na pista novamente. 10 paradas, é parada pra caralho!
Mas dessa eu não escapo e a chuva chega. De mansinho ela anuncia que vai ficar. Ainda somos líderes, temos um caminhão de vantagem naquele momento, mas as equipes que vem em segundo, terceiro e quarto, tem pilotos com histórico de andar muito forte na chuva. Era o estímulo que elas precisavam, para motivar e começar a nos caçar na pista. Ainda faltam 2horas de corrida e a tensão é latente.
Barberini me tira da pista confiando que sera um dos mais rápidos. Deixa anotado no notepad, que eu estava rápido, mas não era constante. Ele vai para pista para simplesmente receber aplausos de quem estava do lado de fora. É um pato? É um tubarão? Não. É o Barberini!! Voando, ou melhor, submergindo!
Além de ser o mais rápido da pista colocava um segundo por
Faltavam duas trocas para fecharmos o Endurance. Tínhamos uma
Na minha primeira passagem pela reta, é olhar para o nosso QG e fazer sinal para saber se ainda somos os primeiros. Ninguém me responde. Da grade, vejo alguns rostos conhecidos e só vejo sinais de incentivo. As
Mas não foi preciso. Completo mais uma
Tiro o capacete e sem saber
Desço do kart vibrando nos boxes. Faço questão de ir na balança. 4,8 kg acima no peso! Agora é só comemorar. Nada mais tirava o título da gente!!! Logo que saio da balança, vejo Arqui correndo na minha direção. As palavras exatas eu não me lembro, mas não paramos mais de comemorar e elogiar um ao outro. Faziam 5h10min que não nos falávamos! Só queríamos gritar É CAMPEÃO!!!!
Fotos, pódio, trofeús e a lembrança ao Amigo Henning, que desta vez, por quase estar sendo papai, ficou de plantão ao lado da esposa na espera da Clarinha!
Ela que será a mascote da equipe Eu Penso Kart no futuro próximo e o terceiro troféu (eram entregues 3 por cada equipe que foi ao pódio) ficam de presente a vc Henning. Estamos aguardando o seu retorno em breve para corrermos os Endurances novamente.
Um agradecimento especial ao lince malhado, Alexandre Couto. Tu é foda velhinho! A cada troca, sempre lá. Mas para ligar o kart, tem que abrir a gasolina (risos).
Parabéns aos organizadores: Poul, Filipe Jorge e Tiago Amorim. Deram show!
Arqui canta aí:
Ôh ôh ôh ôh ôh ôh ôh VICE É O CARALHO!!!
Até as pistas!
domingo, 19 de dezembro de 2010
500 Milhas de Kart Indoor - Granja Viana - outubro 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
KART GP - Aldeia da Serra - 30/10/2010
O kartódromo de Aldeia da Serra, guardada as devidas proporções, lembra muito alguns autódromos europeus. A quantidade de verde que cerca as longas retas é exuberante e a proximidade com as montanhas torna o clima agradabilíssimo.
Falando em clima, foi São Pedro quem ditou o ritmo das corridas que definiam o primeiro campeão do Desafio Kart GP. Um liga fundada por amigos, que um dia discutiam sobre o que tem de melhor nos diversos campeonatos de kart indoor e resolveram fazer o seu próprio campeonato.
A chuva enviada por São Pedro, em qualquer outro campeonato, transformaria o grid e a ordem de chegada em mera loteria. E com 48 pontos ainda em jogo. 5 pilotos poderiam ser campeões e outros 2 também brigariam pelo pódio na classificação final.
Coube a Filipe Jorge fazer pela primeira vez e justamente nas duas baterias finais o que nenhum outro piloto conseguiu. Ganhar as duas baterias da série A no mesmo dia. Com direito a fazer a pole na primeira bateria, Jotinha teve em seu encalço Daniel Arqui Barberini nas duas corridas. Arqui tem se especializado em andar na chuva e tomado gusto por bater tambores.
Na bateria B os donos da pista foram Tubino e Matheus. Eles se revezaram em primeiro e segundo lugar, não dando chances aos outros adversários. Nas terceiras posições das duas baterias ficaram: Guilherme Sabra, Carlos Nadaes, André Addison e Rafael Henning.
Com os resultados das baterias finais o campeonato ficou decido a favor de Filipe Jorge, que cravou seu nome no primeiro troféu de campeão do KartGP, em segundo ficou Hebert Sampaio e em terceiro Felipe Piatigorsky. Em quarto e quinto terminaram respectivamente Daniel Barberini e Humberto Rubin.
A temporada de 2010 foi excelente e os poucos erros percebidos, já foram discutidos e teremos mais emoções em 2011. A entrada de outros pilotos consagrados do kart indoor e a maioria com passagens pelo profissional só aumenta a qualidade da liga, que recebeu vários emails com pedidos de ingresso no campeonato de 2011.
Pedro Washington, Thiago Costa, Leandro Ahmed, Rodolfo Reis, Alexandre Odo, Giovanni Filho, Sérgio Araújo e Versolírio, sejam bem-vindos ao Grupo de Kart Indoor mais marrento e mais rápido do Brasil.
E ao campeão Filipe Jorge, prepare-se, a galera vai vir com a faca nos dentes!
Até as pistas!
